Diariamente, nosso cérebro processa milhares de informações. Antes de tomarmos qualquer decisão, ele pesquisa, confronta dados, verifica possibilidades e somente após todo esse processamento ele revela o que buscamos.
Temos um supercomputador trabalhando em nosso favor constantemente. Até quando não fazemos nada, ele está lá, dando duro.
De certa forma, ele responde nossas perguntas. Consciente e inconscientemente.
Uma maneira de fazer com que ele trabalhe inconscientemente à nosso favor é se auto perguntar algo que possa nos revelar algo positivo.
Como exemplo, faça-se a seguinte pergunta:
- O que preciso fazer hoje para que tenha um dia maravilhoso?
Não precisa pensar em resposta. Deixe que sua mente trabalhe por você.
Repita esta pergunta durante o dia.
Seu cérebro irá trabalhar arduamente para encontrar soluções para sua questão (inconscientemente). Além do mais, em alguns momentos do dia você se lembrará desta pergunta (conscientemente), que o manterá no foco de um dia maravilhoso.
Sabendo disso, não faça mais perguntas que te levariam a respostas dolorosas como: - Por que não faço nada certo? Este tipo de pergunta faria seu cérebro trabalhar à toa para dar respostas que te deixariam numa auto-estima baixa.
Outro exemplo: Ao final do dia, pergunte-se:
- Por quais acontecimentos devo agradecer hoje?
Essa é uma ótima pergunta para se fazer ao dormir, pois o fará refletir sob uma ótica positiva - melhorando seu estado emocional.
E caso esteja sem criatividade para boas perguntas, que tal:
- Quais as perguntas construtivas que devo fazer hoje?
Recursiva essa, certo?
sábado, 24 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Eliminação de hábitos nocivos
É muito comum em PNL a utilização de exercícios de associação buscando resultados para mudança de hábitos e também eliminação de vícios
e crenças.
As crenças geralmente enraizadas em nosso inconsciente
podem, de certa maneira, interferir em nosso dia-a-dia tanto para o bem quanto para o
mal.
No meu entender, uma das coisas mais admiráveis de ver é
quando alguém que conhecemos e que queremos bem livra-se de um vício ou deixa
pra trás hábitos nocivos.
A criação de um exercício simples de associação visando eliminar uma má associação deve ser fundamentada na substituição do antigo
elo por uma nova associação. Exemplo:
Vamos supor que você atualmente fuma e está querendo parar.
Pode ser que em seu inconsciente exista uma ótima associação entre o cigarro
com o bem estar.
Para quebrar este elo maligno será preciso criar uma
associação que substitua a antiga.
Pra isso o ideal é criar uma nova associação entre o
cigarro com algo que você detesta, odeia, que te faça sofrer demais, ou que
tenha nojo.
Caso tenha nojo de baratas, pode associar o cigarro como
sendo uma barata. Toda vez que tenha vontade de fumar, imagine-se pegando uma
barata do esgoto e colocando na boca como se fosse fumá-la. Nojento? Pra mim é muito.
Olhando para o lado das crenças – aquelas que identificamos
que nos impedem de conseguir atingir nossos objetivos – podemos também criar
associações que substituam as crenças antigas.
Exemplo: Seu objetivo é enriquecer mas você sabe que possui
a crença de que quem tem dinheiro não vai para o céu quando morrer. Pode parecer que isso não te impeça de enriquecer, mas pode
ter certeza que sim.
Neste caso podemos associar algo bom ao objetivo de
enriquecer.
Para tal, lembre-se de um momento maravilhoso que teve no passado,
qualquer coisa desde que tenha sido muito bom pra você. Agora imagine que
graças à sua riqueza você consegue atingir este estado que atingiu no passado
muito mais vezes e com maior intensidade. Repita algumas vezes esse pensamento.
Neste caso você criou um elo entre enriquecer com alguma boa
experiência que teve. Isso o deixará num estado melhor para aceitar a nova
crença (de substituição) que diz que: Quem tem dinheiro pode ajudar mais do que
quem não tem e irá sim para o céu quando morrer.
Poderia tentar mudar a crença antiga pela nova sem sentir o
estado de uma boa experiência que teve? Só pela lógica? Sim, mas sem muito
sucesso.
A experiência boa é como a barata do exemplo anterior, só
que de valor invertido. É uma criadora de estado, pois você associou
‘enriquecer’ com um estado bom e associou o estado bom com a nova crença.
Bem louco, né?