Antes de tomar qualquer decisão, primeiramente pergunte-se qual o tempo que dispõe antes que possa finalizá-la e agir.
Lógico que esse tipo de ação não serve para todos os casos, mas pode resolver grande parte de nossos problemas.
Ao perguntarmo-nos qual a quantidade de tempo dispomos antes de um veredicto adquirimos um aliado valioso: mais tempo para calcular os riscos e oportunidades.
Nosso cérebro toma algumas decisões no automático, assim como trocar a marcha do carro. Não só isso, ele tem a tendência de deixar tudo no automático, o que pode se tornar perigoso em alguns casos.
Outro dia estava fazendo compras e vi uma faixa enorme vedando a vitrine de uma loja onde eventualmente faço compras. Nela estava estampado: 90% de desconto!
Não fui ao shopping para comprar nada naquela loja, mas como meu espírito era de ‘compras’ pensei: Não custa nada dar uma olhada.
Custa sim.
Você acha que meu cérebro agiu no automático?
Fazemos a mesma coisa com comida, bebida. Quando estamos com fome, pouco importa se é saudável ou não o que vamos comer - a primeira vista o que realmente importa é se é gostoso e irá matar a fome.
Como diz um amigo meu: "A necessidade pode cegar as pessoas".
Portanto: Cuidado com as decisões automáticas.